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domingo, 18 de junho de 2017

Sessão Pipoca: Sete minutos depois da meia-noite!



Se você me acompanha há um tempo sabe que adoro filmes, séries e documentários e tenho o hábito de indicar alguns por aqui. Assim como os livros tem o poder de conscientizar e desmistificar determinados assuntos e situações, os filmes também têm.

As últimas indicações aqui foram sobre as dificuldades que permeiam a adoção e a paternidade, no filme Ensinando a viver e outro sobre  como uma criança enxerga as crises e o divórcio dos seus pais, no filme Pelos olhos de Maisie. Hoje indico um filme que a primeira vista pode parecer de terror e dar medo, mas não se deixa levar pelas aparências. O filme sete minutos depois da meia noite, (A Monster Calls, 2016) aborda alguns temas, como o sonhos, perda, luto e bullying.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Migração familiar: falando sobre perdas!

No post desta semana dou continuidade aos temas envolvendo a migração familiar. Se você ainda não viu nenhum dos post, sugiro dar uma olhada nestes daqui:  Português como língua de herança e sobre a ‘Third Culture Kids'. 

Se você, assim como eu, mudou de país ou até mesmo tem amigos e parentes que mudaram de país, seja por quais motivos forem, saiba que você não é o único. Desde a década de 80 cada vez mais homens, mulheres e famílias deixam seu país de origem.  Entre os lugares mais procurados temos EUA, Canadá e Japão.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Como falar sobre suicídio?

                          

Com toda a repercussão que as mídias sociais tem dado para o tema do suicídio e temas afins, nas últimas semanas, resolvi falar brevemente sobre o tema. O suicídio é uma grande questão de saúde pública em todos os países. Este é um fenômeno presente ao longo de toda a história da humanidade, em todas as culturas. É um comportamento com determinantes multifatoriais e resultado de uma complexa interação de fatores psicológicos e biológicos, inclusive genéticos, culturais e socioambientais.

Não sou crítica de séries muito menos uma profissional que já se deparou com este tema frequentemente no consultório. Sou uma pessoa comum que também tem seus pré-conceitos, que precisa estudar e entender este fenômeno para auxiliar os outros, e para conversar abertamente sem os ditos “achismos”.

terça-feira, 24 de maio de 2016

E se vivêssemos todos juntos?




Muito se fala sobre crianças e adolescentes, mas e os idosos? Aonde estão eles? Como eles são vistos dentro da família e do contexto social?! Já foi o tempo em que os idosos eram vistos como pessoas antiquadas e inúteis a sociedade. Cada dia mais esta população cresce e se mostra ativa em nossa sociedade.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Todos temos medo do que não conhecemos. Isso é natural.



"Tenho medo de morrer", disse a folha a Daniel. "Não sei o que tem lá embaixo."
"Todos temos medo do que não conhecemos. Isso é natural", disse Daniel para animá-la. "Mas você não teve medo quando a primavera se transformou em verão. E também não teve medo quando o verão se transformou  em outono. Eram mudanças naturais. Por que deveria estar com medo da morte?"
 (Leo Buscaglia, História de uma folha)